Estão abertas as inscrições para o Mestrado em Tecnologia, Recursos Naturais e Sustentabilidade na Amazônia, o PPGTEC/UEPA, uma excelente oportunidade para quem deseja desenvolver pesquisa interdisciplinar voltada ao desenvolvimento sustentável, à gestão ambiental, aos recursos naturais, ao território e aos desafios socioambientais da Amazônia.

O programa dialoga com temas cada vez mais urgentes para a região amazônica, especialmente quando pensamos em sustentabilidade, planejamento territorial, políticas públicas, inovação, meio ambiente e produção de conhecimento comprometida com os problemas concretos da sociedade.

Mas atenção: entrar em um mestrado não começa apenas com vontade. Começa com leitura cuidadosa do edital.

No vídeo, faço uma leitura comentada do edital do Mestrado PPGTEC/UEPA, destacando os principais pontos que o candidato precisa observar para não cometer erros durante o processo seletivo.

Entre os pontos abordados estão:

Inscrição no sistema da UEPA
Escolha da linha de pesquisa e possível orientador
Etapas da seleção
Prova objetiva com 16 questões
Construção do projeto de pesquisa
Organização do Currículo Lattes
Preparação para entrevista e defesa do projeto

Segundo as informações do edital, as inscrições seguem até 21 de janeiro de 2026, com taxa de inscrição no valor de R$ 100,00. A seleção contará com prova objetiva, análise do projeto, avaliação do Currículo Lattes e entrevista. A prova presencial está prevista para 05 de fevereiro de 2026.



Assista ao vídeo completo no YouTube:

https://youtu.be/zjon_6ku8wU



A Turmalina Verde também estará acompanhando candidatos interessados em construir uma candidatura mais organizada, estratégica e alinhada ao edital.

A assessoria acontecerá de 13 a 17 de janeiro, com orientação voltada para inscrição, leitura do edital, escolha da linha, estruturação do projeto, organização do Lattes, preparação para a prova e treino para a entrevista.

A ideia é simples: ajudar você a transformar uma intenção de mestrado em uma candidatura sólida, coerente e bem apresentada.

Porque não basta ter um bom tema. É preciso apresentar esse tema dentro das regras do edital, com clareza metodológica, aderência à linha de pesquisa e consistência acadêmica.

Se você quer entrar no mestrado com um projeto bem estruturado e alinhado ao edital, fale conosco pelo direct ou pelo WhatsApp.

WhatsApp: (91) 98593-5877


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 O Processo Seletivo Simplificado para Assistente Social da Polícia Civil exige atenção não apenas ao conteúdo do edital, mas também ao uso correto da plataforma SIPROS, o Sistema Integrado de Processo Seletivo Simplificado do Estado do Pará.

Neste vídeo, apresento um passo a passo objetivo para ajudar quem está participando do PSS a compreender melhor como acessar a plataforma, realizar cadastro, fazer login e acompanhar as principais orientações do processo seletivo.

A proposta é simples: evitar erros que podem comprometer a inscrição e mostrar como o candidato pode organizar melhor sua documentação, sua leitura do edital e sua pontuação na etapa de qualificação profissional.

No vídeo, você vai aprender:

  1. Como cadastrar e fazer login na Plataforma SIPROS.
  2. Como fazer uma leitura comentada do edital para evitar eliminação.
  3. Como aumentar sua pontuação em qualificação profissional com cursos gratuitos, oficiais e compatíveis com o que o edital exige.

Esse conteúdo é especialmente importante para candidatos que, muitas vezes, perdem pontos ou até são eliminados por detalhes formais: documentos incompletos, leitura apressada do edital, escolha errada de arquivos, ausência de comprovação ou desconhecimento dos critérios de pontuação.

A orientação acadêmica e profissional também passa por isso: compreender o edital como um documento estratégico. Não basta se inscrever. É preciso saber interpretar as regras, organizar os comprovantes e apresentar sua trajetória da melhor forma possível dentro dos critérios estabelecidos.

Assista ao vídeo completo no YouTube:



https://youtu.be/k1QTEBQLbmk?si=gDoFnp9WUCvJGf9H



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A etapa de submissão costuma ser uma das mais confusas para quem está produzindo artigo científico. Não é raro ver bons trabalhos sendo devolvidos por erro no cadastro, descuido nas normas da revista ou envio incompleto de documentos.

Por isso, organizei um vídeo explicando, de forma objetiva, como funciona o processo de submissão de artigo científico, passo a passo.

Depois de assistir, me conta aqui nos comentários:

Você já tentou submeter um artigo?
Teve alguma dificuldade específica?
Ficou com alguma dúvida que eu possa aprofundar em outro vídeo?

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Olá “meus caros e nobres alunos”, hoje, estamos aqui para celebrar uma jornada que não foi fácil, mas que valeu cada esforço. É uma honra falar, para essa turma que conseguiu chegar até aqui, pois muitos eu conheci no momento de suas matrículas, e aqui estou eu, na conclusão dessa etapa.

Parafraseando a música A Estrada, do Cidade Negra: “Você não sabe o quanto eu caminhei, pra chegar até aqui!” Percorremos milhas e milhas antes de dormir, sem cochilar, escalamos os mais belos montes, atravessamos noites escuras e frias, choramos, mas não desistimos. Cada um de vocês tem uma história, mas todos compartilhamos o mesmo esforço silencioso que nos trouxe até este momento.

Quero agradecer sinceramente aos professores/as que lhes inspiraram, aos seus amigos que caminharam ao seu lado e às famílias que apoiaram seus entes queridos incondicionalmente. Também homenageamos aqueles que não puderam estar aqui, mas cujo legado permanece conosco.

Agora, formados, vocês entraram de vez no “ringue”. A graduação é o ingresso, o passaporte para entrar em campo. Mas o verdadeiro combate acontece no mundo do trabalho, são disputas. E quem vence são os mais preparados aqueles que treinam mais, que estudam mais, que se atualizam.

É aí que entra a pós‑graduação: a especialização, o mestrado. Não são apenas títulos, são qualificações que vão diferenciar vocês nesta nova etapa da vida profissional. Quem se aprofunda no que ama, atua de forma mais prazerosa e satisfatória, quem se prepara, quem não para de aprender, será quem fará diferença e comtemplará reconhecimentos.

Quero deixar o meu incentivo: vocês agora são graduados em nível superior tecnólogos, Licenciados e bacharéis, profissionais com formação sólida. Não há hierarquia entre os cursos, mas existe diferença na forma como vocês vão se posicionar na sociedade e no mercado.

Façam a diferença. Como profissionais, como pessoas. Que sejam referência no trabalho, na família e na sociedade. Que o seu fazer, a sua ética, o seu compromisso, sejam reconhecidos.

Parabéns, formados. Agora, comecem a pensar, o que vai ser de vocês depois da graduação? Que a pós‑graduação seja a próxima etapa consciente da sua trajetória.

Prof. Me. Moisés Vasconcelos - Assistente Social












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O estudo analisa os impactos das obras de macrodrenagem na Bacia do Tucunduba, em Belém, evidenciando processos de urbanização, gentrificação e exclusão social, e, sobretudo, as resistências populares protagonizadas pelo Movimento Tucunduba Pró Lago Verde.

Trata-se de uma pesquisa comprometida com o direito à cidade, a justiça socioambiental e a valorização das lutas dos territórios periféricos.

Registro minha gratidão à Profa. Dra. Roselene de Souza Portela, pela orientação e parceria acadêmica, e ao companheiro Renato César Gomes Cunha, apresentando o trabalho e fortalecendo essa construção coletiva.


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 Compartilho com alegria a publicação do meu novo artigo em uma revista (Qualis A4). O texto analisa o racismo ambiental a partir da experiência das comunidades que vivem no entorno do aterro sanitário de Marituba, na Região Metropolitana de Belém/PA. A pesquisa mostra como os impactos socioambientais se distribuem de forma desigual e atingem com mais força populações periféricas, negras e historicamente marginalizadas. Também evidencia a potência da mobilização comunitária e dos movimentos sociais na defesa do território e na luta por justiça socioambiental.





Palavras-chave: 

aterro sanitário, impactos socioambientais, racismo ambiental, distribuição desigual de impactos

Resumo

Este artigo apresenta parte dos resultados de uma pesquisa de mestrado que investigou os impactos da implantação de um aterro sanitário em Marituba, Estado do Pará. O objetivo principal é apresentar os dados relativos à percepção dos moradores sobre os impactos socioambientais e refletir sobre o racismo ambiental e a distribuição desigual dos danos ambientais e sociais. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa para coleta de dados. Foram aplicados 40 questionários em três bairros diretamente afetados pelo empreendimento, com moradores selecionados com base em critérios como proximidade ao aterro e permanência no local por pelo menos cinco anos. Os resultados indicam que a implantação do aterro causou impactos negativos em áreas como saúde, economia e qualidade de vida. Moradores relataram doenças respiratórias, alergias e problemas estomacais devido à contaminação do ar, água e solo. O mau cheiro afetou a qualidade de vida e dificultou a socialização e o uso dos rios. Agricultores e pescadores enfrentaram dificuldades econômicas devido à possível contaminação, além do prejuízo ao turismo local. A infraestrutura urbana não apresentou melhorias e a falta de consulta pública antes da instalação do aterro gerou insatisfação e exclusão da população nas decisões.


Como Citar

Vasconcelos Junior, M. R., Portela, R. de S., & Lisboa, C. R. F. (2025). Racismo ambiental: distribuição desigual dos impactos socioambientais do aterro sanitário em Marituba-PACuadernos De Educación Y Desarrollo - QUALIS A417(12), e10234. https://doi.org/10.55905/cuadv17n12-014



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O trabalho evidencia como a realização da COP 30 tem acelerado intervenções urbanas em Belém, produzindo uma cidade pensada mais para o olhar internacional do que para as necessidades reais da população amazônica. Embora as obras sejam apresentadas como sinônimo de modernização, elas reforçam velhos padrões de desigualdade, sobretudo quando excluem moradores das decisões sobre seus territórios. Nesse contexto, o Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará (FERU) surge como uma importante contra-força coletiva, atuando na mediação de conflitos, no fortalecimento da participação popular e na defesa do direito à cidade.

A reflexão central do trabalho reside na ideia de que nenhuma cidade se torna “sustentável” apenas com grandes projetos e discursos oficiais. A sustentabilidade verdadeira passa pelo respeito aos modos de vida locais, pela justiça socioambiental e pelo protagonismo das comunidades impactadas. O estágio desenvolvido junto ao FERU demonstra que a universidade, quando conectada aos movimentos sociais, tem capacidade de ampliar consciência crítica, sistematizar experiências e fortalecer estratégias de resistência frente a processos de urbanização excludente.

Assim, o estudo reafirma que preparar Belém para a COP 30 não deveria significar expulsar, silenciar ou invisibilizar quem sempre sustentou a cidade. Ao contrário: deve significar criar caminhos de participação real, democratização do espaço urbano e defesa coletiva de uma Amazônia que não seja apenas cenário, mas território vivo e político.




Autoria 
Moisés Rita Vasconcelos Junior
Roselene de Souza Portela
Camilly de Nazaré Sampaio Gonçalves
Thayná dos Santos Souza.

Palavras-chave: Participação popular; Direito à cidade; COP 30.

A realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), prevista para 2025 em Belém-PA, insere a cidade em um ritmo acelerado de intervenções urbanas e reestruturação territorial, voltadas à construção de uma nova imagem no cenário internacional. Obras de mobilidade, revitalização de espaços públicos e adequações de infraestrutura são apresentadas pelo poder público como medidas de modernização e sustentabilidade. Contudo, conforme destaca Lefebvre (2001), o direito à cidade ultrapassa melhorias materiais, exigindo a apropriação democrática do espaço urbano e a participação efetiva da população nas decisões sobre seu uso e transformação. Nesse cenário, o Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará (FERU) se destaca como mediador social e articulador político, fortalecendo a participação popular e defendendo a justiça socioambiental. Este relato de experiência deriva do plano de ação do Estágio Supervisionado I e II em Serviço Social, realizado no âmbito do Programa de Reforma Urbana da UFPA (PARU), em consonância com a Política Nacional de Estágio da ABEPSS (2010), que orienta a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão no compromisso com o projeto ético-político da profissão. O objetivo é analisar e sistematizar práticas de gestão social voltadas à mediação de conflitos urbanos e à defesa de comunidades impactadas por intervenções ligadas à preparação para a COP 30.



Como citar:

Vasconcelos Junior, Moisés Rita; Portela, Roselene de Souza; Gonçalves, Camilly de Nazaré Sampaio; Souza, Thayná dos Santos. Resistência Urbana e Participação Popular na Amazônia: Estratégias do Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará frente aos Impactos da COP 30 em Belém-PA. Trabalho apresentado no Seminário Conexão, 2025.


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