Compartilho com alegria a publicação do meu novo artigo em uma revista (Qualis A4). O texto analisa o racismo ambiental a partir da experiência das comunidades que vivem no entorno do aterro sanitário de Marituba, na Região Metropolitana de Belém/PA. A pesquisa mostra como os impactos socioambientais se distribuem de forma desigual e atingem com mais força populações periféricas, negras e historicamente marginalizadas. Também evidencia a potência da mobilização comunitária e dos movimentos sociais na defesa do território e na luta por justiça socioambiental.





Palavras-chave: 

aterro sanitário, impactos socioambientais, racismo ambiental, distribuição desigual de impactos

Resumo

Este artigo apresenta parte dos resultados de uma pesquisa de mestrado que investigou os impactos da implantação de um aterro sanitário em Marituba, Estado do Pará. O objetivo principal é apresentar os dados relativos à percepção dos moradores sobre os impactos socioambientais e refletir sobre o racismo ambiental e a distribuição desigual dos danos ambientais e sociais. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa para coleta de dados. Foram aplicados 40 questionários em três bairros diretamente afetados pelo empreendimento, com moradores selecionados com base em critérios como proximidade ao aterro e permanência no local por pelo menos cinco anos. Os resultados indicam que a implantação do aterro causou impactos negativos em áreas como saúde, economia e qualidade de vida. Moradores relataram doenças respiratórias, alergias e problemas estomacais devido à contaminação do ar, água e solo. O mau cheiro afetou a qualidade de vida e dificultou a socialização e o uso dos rios. Agricultores e pescadores enfrentaram dificuldades econômicas devido à possível contaminação, além do prejuízo ao turismo local. A infraestrutura urbana não apresentou melhorias e a falta de consulta pública antes da instalação do aterro gerou insatisfação e exclusão da população nas decisões.


Como Citar

Vasconcelos Junior, M. R., Portela, R. de S., & Lisboa, C. R. F. (2025). Racismo ambiental: distribuição desigual dos impactos socioambientais do aterro sanitário em Marituba-PACuadernos De Educación Y Desarrollo - QUALIS A417(12), e10234. https://doi.org/10.55905/cuadv17n12-014



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O trabalho evidencia como a realização da COP 30 tem acelerado intervenções urbanas em Belém, produzindo uma cidade pensada mais para o olhar internacional do que para as necessidades reais da população amazônica. Embora as obras sejam apresentadas como sinônimo de modernização, elas reforçam velhos padrões de desigualdade, sobretudo quando excluem moradores das decisões sobre seus territórios. Nesse contexto, o Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará (FERU) surge como uma importante contra-força coletiva, atuando na mediação de conflitos, no fortalecimento da participação popular e na defesa do direito à cidade.

A reflexão central do trabalho reside na ideia de que nenhuma cidade se torna “sustentável” apenas com grandes projetos e discursos oficiais. A sustentabilidade verdadeira passa pelo respeito aos modos de vida locais, pela justiça socioambiental e pelo protagonismo das comunidades impactadas. O estágio desenvolvido junto ao FERU demonstra que a universidade, quando conectada aos movimentos sociais, tem capacidade de ampliar consciência crítica, sistematizar experiências e fortalecer estratégias de resistência frente a processos de urbanização excludente.

Assim, o estudo reafirma que preparar Belém para a COP 30 não deveria significar expulsar, silenciar ou invisibilizar quem sempre sustentou a cidade. Ao contrário: deve significar criar caminhos de participação real, democratização do espaço urbano e defesa coletiva de uma Amazônia que não seja apenas cenário, mas território vivo e político.




Autoria 
Moisés Rita Vasconcelos Junior
Roselene de Souza Portela
Camilly de Nazaré Sampaio Gonçalves
Thayná dos Santos Souza.

Palavras-chave: Participação popular; Direito à cidade; COP 30.

A realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), prevista para 2025 em Belém-PA, insere a cidade em um ritmo acelerado de intervenções urbanas e reestruturação territorial, voltadas à construção de uma nova imagem no cenário internacional. Obras de mobilidade, revitalização de espaços públicos e adequações de infraestrutura são apresentadas pelo poder público como medidas de modernização e sustentabilidade. Contudo, conforme destaca Lefebvre (2001), o direito à cidade ultrapassa melhorias materiais, exigindo a apropriação democrática do espaço urbano e a participação efetiva da população nas decisões sobre seu uso e transformação. Nesse cenário, o Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará (FERU) se destaca como mediador social e articulador político, fortalecendo a participação popular e defendendo a justiça socioambiental. Este relato de experiência deriva do plano de ação do Estágio Supervisionado I e II em Serviço Social, realizado no âmbito do Programa de Reforma Urbana da UFPA (PARU), em consonância com a Política Nacional de Estágio da ABEPSS (2010), que orienta a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão no compromisso com o projeto ético-político da profissão. O objetivo é analisar e sistematizar práticas de gestão social voltadas à mediação de conflitos urbanos e à defesa de comunidades impactadas por intervenções ligadas à preparação para a COP 30.



Como citar:

Vasconcelos Junior, Moisés Rita; Portela, Roselene de Souza; Gonçalves, Camilly de Nazaré Sampaio; Souza, Thayná dos Santos. Resistência Urbana e Participação Popular na Amazônia: Estratégias do Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará frente aos Impactos da COP 30 em Belém-PA. Trabalho apresentado no Seminário Conexão, 2025.


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         A urbanização de Belém sempre ocorreu de maneira desigual, especialmente nas áreas de baixada, onde vivem populações historicamente vulnerabilizadas. Nas últimas décadas, grandes obras de infraestrutura entre elas a macrodrenagem das Bacias de Belém, têm sido apresentadas como soluções modernas para reduzir alagamentos e riscos ambientais. Mas, por trás desse discurso, surgem impactos profundos: remoções forçadas, desestruturação comunitária e o agravamento das desigualdades socioespaciais.

        Nesse cenário, o Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará (FERU) assume um papel estratégico como espaço de resistência, diálogo e fortalecimento da participação popular. O trabalho desenvolvido em articulação com o Programa de Reforma Urbana da UFPA (PARU), e no contexto do estágio supervisionado em Serviço Social, revela como a gestão social pode atuar na mediação de conflitos urbanos e na defesa do direito à cidade.



Autoria 
Moisés Rita Vasconcelos Junior
Roselene de Souza Portela
Camilly de Nazaré Sampaio Gonçalves
Thayná dos Santos Souza.

 

Palavras-chave: Gestão social; Mediação de conflitos urbanos; Direito à cidade.

 

Introdução: O processo de urbanização em Belém-PA tem sido marcado por grandes intervenções de infraestrutura, como a macrodrenagem das Bacias de Belém, que impactam diretamente comunidades vulnerabilizadas, sobretudo aquelas situadas em áreas de baixada. Apesar de apresentadas sob discursos de modernização e mitigação de riscos ambientais, tais obras frequentemente resultam em remoções forçadas, fragmentação territorial e agravamento das desigualdades socioespaciais. Neste contexto, o Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará (FERU) atua como mediador social e articulador político, fortalecendo a participação popular e defendendo o direito à cidade. Este relato de experiência decorre do plano de ação do Estágio Supervisionado I e II em Serviço Social, desenvolvido no âmbito do Programa de Reforma Urbana da UFPA(PARU), que atende à perspectiva de formação profissional prevista na Política Nacional de Estágio da ABEPSS ao articular ensino, pesquisa e extensão na direção do projeto éticopolítico da profissão. O objetivo é analisar e sistematizar práticas de gestão social voltadas à mediação de conflitos urbanos e à defesa de comunidades afetadas por obras de macrodrenagem.

 

Como citar:


Vasconcelos Junior, Moisés Rita; Portela, Roselene de Souza; Gonçalves, Camilly de Nazaré Sampaio; Souza, Thayná dos Santos. Gestão Social e Mediação de Conflitos Urbanos: Atuação do Fórum Estadual de Reforma Urbana do Pará frente à Macrodrenagem das Bacias de Belém-PA. Trabalho apresentado no Seminário Conexão. 2025.
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Cara e nobre,

Quando você disse que pensou em desistir do Serviço Social por falta de oportunidades e valorização, a primeira coisa que precisa ser dita é sua angústia é legítima.

Não há romantização possível diante de um mercado de trabalho cada vez mais duro, competitivo e precarizado. O recém-formado entra em uma espécie de ringue desigual, disputando poucas vagas com profissionais que já possuem anos de experiência, especializações, redes de contato e maior domínio institucional.

Mas é importante compreender uma coisa: esse problema não é exclusivo do Serviço Social.



Profissões historicamente mais elitizadas ou socialmente valorizadas, como Medicina, Direito e Engenharias, também enfrentam disputas, barreiras e concentração de oportunidades. A diferença é que muitas dessas áreas contam com maior prestígio social, redes familiares, heranças profissionais, consultórios, escritórios, indicações e capital econômico acumulado. Ou seja, nem sempre se trata apenas de mérito. Muitas vezes, trata-se de ponto de partida.

No Serviço Social, a situação se agrava porque nossa profissão depende fortemente das políticas públicas, dos concursos, das instituições socioassistenciais, da saúde, da educação, da previdência, do sistema de justiça e das organizações que atuam nas expressões da questão social. Quando o Estado reduz investimentos, terceiriza serviços, precariza vínculos e substitui equipes estáveis por contratos frágeis, o impacto recai diretamente sobre a categoria.

Os concursos públicos estão mais escassos. As seleções temporárias se multiplicam. A terceirização avança. A lógica do “faça tudo com pouco” tenta transformar trabalho qualificado em serviço avulso, fragmentado e desespecializado.

Por isso, não coloque sobre si a culpa por uma estrutura que é muito maior do que a sua trajetória individual.

Mas também não pare.

O mercado é difícil, sim. Só que o caminho não pode ser a desistência automática. O caminho precisa ser estratégia.

Alguns passos podem ajudar nesse início de trajetória:

  1. Fortaleça sua base teórica e técnica.
    Não abandone os fundamentos do Serviço Social. Leia Iamamoto, Netto, Guerra, Yazbek, Mota, Boschetti, Behring. Quem entende a realidade com profundidade escreve melhor, argumenta melhor e se posiciona melhor.
  2. Aprenda a transformar conhecimento em produto profissional.
    Saiba elaborar relatórios, pareceres, projetos sociais, diagnósticos, planos de intervenção, estudos socioeconômicos e registros técnicos qualificados.
  3. Escolha uma área de aprofundamento.
    Assistência Social, saúde, educação, sociojurídico, meio ambiente, habitação, direitos humanos, infância e juventude, população idosa, pessoas com deficiência. Quem tenta abraçar tudo pode acabar não sendo lembrado por nada.
  4. Invista em pós-graduação com critério.
    Não faça especialização apenas para acumular certificado. Escolha formações que dialoguem com seu projeto profissional e aumentem sua capacidade real de intervenção.
  5. Construa presença profissional.
    Atualize currículo, LinkedIn, Lattes, portfólio, produza textos, participe de eventos, publique reflexões, apresente trabalhos. Ser vista também faz parte da disputa profissional.
  6. Não dependa apenas de concurso.
    Concursos são importantes, mas não podem ser a única estratégia. Projetos, consultorias, assessorias, organizações sociais, docência, produção técnica e formação continuada também podem abrir caminhos.
  7. Construa rede, mas sem bajulação.
    Rede profissional não é oportunismo. É circulação ética, participação, diálogo, parceria e presença nos espaços certos.
  8. Entenda que experiência também se constrói.
    Projetos voluntários sérios, participação em pesquisa, extensão, eventos, escrita técnica e atuação em coletivos podem fortalecer sua trajetória quando ainda falta experiência formal.

O Serviço Social não é uma profissão menor. Menor é a forma como a sociedade capitalista tenta tratar tudo que não gera lucro imediato.

Nossa profissão atua onde a desigualdade aparece sem maquiagem: na fome, no desemprego, na violência, na moradia precária, na violação de direitos, no adoecimento, na infância desprotegida, na velhice abandonada, na juventude criminalizada, nas mulheres violentadas, nas famílias que o Estado só lembra quando a tragédia já aconteceu.

Por isso, valorizar o Serviço Social também é valorizar as políticas públicas, as condições de trabalho, a formação crítica e a organização coletiva da categoria.

Você não precisa carregar o mundo nas costas. Mas precisa compreender o mundo para não ser esmagada por ele.

Siga. Estude. Escreva. Participe. Escolha uma direção. Construa repertório. Não aceite a precarização como destino, mas também não permita que ela roube sua consciência, sua esperança e sua capacidade de disputar espaços.

A história não terminou.

E o Serviço Social continua sendo necessário justamente porque a realidade continua profundamente desigual.

Com respeito e esperança.

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    O artigo apresenta uma discussão sobre a Pegada Ecológica como um recurso capaz de fomentar uma nova consciência ambiental das nações, quando aponta para o desequilíbrio entre o consumo da população e a capacidade do planeta de atender a essa demanda. Como indicador de sustentabilidade, a Pegada Ecológica assinala que se as nações não mudarem os seus padrões de consumo e de produção, as gerações futuras não poderão dispor de uma vida saudável na Terra. Por ser um instrumento que quantifica o terreno produtivo necessário para sustentar o estilo de vida humano, A PE se tornou uma ferramenta capaz de medir o impacto ambiental das ações antrópicas. Com o objetivo de mostrar a Pegada Ecológica das nações e a forma como o mundo caminha em direção à sustentabilidade, o artigo apresenta algumas iniciativas que demonstram a preocupação das nações em alcançar o eco equilíbrio racional, mas também as omissões relacionadas a esta causa.

Autores:

  • Rosália do Socorro da Silva CorrêaMoisés Rita Vasconcelos JuniorJane Simone Moraes de MeloPhilipe Augusto da Silva Corrêa




Palavras-chave: pegada ecológica, equilíbrio entre o padrão de consumo e a capacidade do planeta, sustentabilidade, iniciativas para o eco equilíbrio

Como Citar

Corrêa, R. do S. da S., Vasconcelos Junior, M. R., Melo, J. S. M. de, & Corrêa, P. A. da S. (2024). SUSTENTABILIDADE GLOBAL: A CONTRIBUIÇÃO DA PEGADA ECOLÓGICA PARA A NOVA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL DAS NAÇÕES. Revista Contemporânea, 4(6), e4671. https://doi.org/10.56083/RCV4N6-079 

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SEMAS e seu compromisso com a sustentabilidade: ações de educação ambiental

Resumo: Decorrente da Rio 92 a Conferência das Partes é uma Conferência das Nações Unidas que reúne representantes das Partes (Estados Membros/Países) que são signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Em um cenário em que a Amazônia é sempre pauta nas discussões sobre a questão climática, teremos a COP 30 a ser realizada em Belém/PA, uma cidade da Amazônia. O Brasil se insere como protagonista na discussão global sobre clima, com a Amazônia como pilar central de negócios com uma agenda efetiva de adaptação e mitigação dos efeitos da crise climática que considera o desenvolvimento socialmente justo e sustentável, ancorado em soluções baseadas na natureza pautadas na realidade da Amazônia. No entanto, entende-se que quanto mais as pessoas de fora da região amazônica souberem, e aprenderem sobre a realidade da Amazônia, mais as soluções e decisões serão as melhores possíveis, pois, essa construção do modelo de desenvolvimento para Amazônia, que considere o ambiental, social e o econômico tem a ver também com o conhecimento das políticas e ações já desenvolvidas na região. Neste contexto, o artigo, se utilizando da abordagem metodológica qualitativa, objetiva apresentar alguns dos esforços empregados pelo governo do Estado do Pará de 2019 a 2023, no que concerne as ações desenvolvidas no âmbito da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará (SEMAS/PA), no âmbito das políticas públicas, econômicas e sociais, arcabouço legal e ações de educação ambiental. Sendo possível observar o avanço nas políticas ambientais no tocante da implantação de arcabouço jurídico e ações de educação ambiental com a promoção de ampliação de agentes ambientais sendo difundidas nos municípios do Estado do Pará, enfatizando sua concretização através da aplicação de instrumentos e atuação integrada e solidária do poder público com a sociedade.

 

Ramos, P. R., Oliveira, M. N. da S., & Silva, R. L. R. B. da . (2024). Educação Para Uma Vída Sustentável. I Congresso Internacional de Educação Ambiental Interdisciplinar (I CINEAI), Juazeiro, Bahia - Brasil. Zenodo. https://doi.org/10.5281/zenodo.10901403

  Disponível em: https://zenodo.org/records/10901403  Acesso em: 02/03/2024 11:47


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Resumo: Este texto aborda o trabalho social na política habitacional, considerando seu registro histórico e os desafios impostos pelas mudanças sociais e econômicas ocorridas no cenário brasileiro e mundial. Este trabalho pretende lançar seu olhar utilizando as lentes, ferramentas e conceito sob a perspectiva do Serviço Social, acerca das contradições na construção da cidade, garantia de habitação agregada a moradia de qualidade, e promoção de uma qualidade de vida por meio da garantia de direitos fundamentais do indivíduo e do trabalho social. Sem a pretensão de esgotar a discussão do direito à moradia, mas trazer como pauta a questão de Habitações de Interesse Social como condição ampliada que necessita de elementos de outros campos do saber na tentativa de ampliar o debate transitando entre os elementos físicos e estruturais e sociais que a Política Nacional de Habitação necessita para contemplar seu público alvo. Nesse sentido, toma-se como exemplo para debate a situação habitacional da população do município de Marituba, e as recentes iniciativas da Política de Habitação para o enfrentamento do déficit presente nesse município.

Junior, M. R. V., Lisboa, C. R. F., & Corrêa, R. do S. da S. (2021). Política de habitação de interesse social e trabalho social: caso de Marituba/PA / Housing policy of social interest and social work: case of Marituba/PA. Brazilian Journal of Development, 7(1), 9775–9790. https://doi.org/10.34117/bjdv7n1-663. 




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